quinta-feira, 23 de julho de 2015

Décima Primeira Nota - A Conjuração Anticristã


REFLEXÃO PARA OS TEMPOS ATUAIS


“Tudo quanto fizerdes, diz o Apóstolo São Paulo, por palavras ou por obras, fazei-o em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo... Trabalhai para agradar a Deus em todas as coisas, e dareis frutos em toda boa obra” (Col., I, 10 e III, 17). (...) permaneceram na sociedade, e nela permanecerão até o fim dos tempos, as duas categorias de homens que a Santa Escritura tão bem denomina: os bons e os maus. Todavia é de se reparar que o número dos maus diminui e o número dos bons aumenta à medida que a fé adquire mais influência na sociedade. Estes, porque têm a fé na vida eterna, amam a Deus, fazem o bem, observam a justiça, são benfeitores de seus irmãos, e por tudo isso fazem reinar na sociedade a segurança e a paz. Aqueles, porque não têm fé, porque seus olhares ficaram fixados nesta terra, são egoístas, sem amor, sem piedade por seus semelhantes: inimigos de todo o bem, eles são na sociedade uma causa de discórdia e de impedimento para a civilização. (“A Conjuração Anticristã” – Parte I – Mons. Delassus)

domingo, 19 de julho de 2015

Décima nota - Minhas misérias


Continuo a não cumprir os propósitos da segunda nota.
Até quando, Senhor, Vós me suportareis!
Ó sempre Virgem Maria, ajudai-me, convertei-me, salvai-me!
(Penitente da Cruz)

Nona nota - Amor às riquezas


Quem ama as riquezas, disse São Felipe Néri, jamais se santificará.”

sábado, 18 de julho de 2015

Oitava Nota - Alegria Divina



“Beatus vir, qui timet Dominum: in mandatis eius cupit nimis. Alleluia.” (Graduale – Ps. 36, 30-31)

Alegremo-nos em cumprir os mandamentos do Senhor!

Sétima Nota - Amor às riquezas


“Caríssimo: A piedade unida à sobriedade é uma grande riqueza. Nada trouxemos a este mundo e sem dúvida nada podemos daqui levar. Se tivermos alimentos e com que nos cobrir, fiquemos satisfeitos com isto. Os que querem enriquecer, caem na tentação e no ardil do demônio e em muitos desejos maus e prejudiciais, os quais levam o homem à ruína e à perdição. Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Alguns, cobiçando-o, apartaram-se da fé e embaraçaram-se em muitas dores. Tu, porém, homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão. Combate o bom combate da fé e conquista a vida eterna.”
(Leitura da Epístola de São Paulo Apóstolo a Timóteo – 1 Tim. 6, 6-12)